Junho Vermelho: mitos e verdades sobre doação de sangue

Junho Vermelho: mitos e verdades sobre doação de sangue
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Sabemos que a espera por um resultado ou por um tratamento pode ser um momento de ansiedade. Mas você já parou para pensar que, para muitos pacientes, a espera mais crítica é por uma bolsa de sangue?

No mês do Junho Vermelho, a Unimed Meio Oeste Catarinense quer reforçar que o ato de doar é, acima de tudo, um compromisso com a tranquilidade e a vida do próximo. Porém, muitos doadores em potencial ainda hesitam por causa de informações incorretas.

Para que você possa exercer sua solidariedade com segurança, esclarecemos abaixo os principais mitos sobre o tema:

1. Doar sangue afina ou engrossa o sangue.

MITO. Esta é uma das dúvidas mais comuns, mas a verdade é que a doação não altera a densidade ou a composição do seu sangue a longo prazo. O volume doado é reposto naturalmente pelo seu organismo em apenas 24 horas. O corpo mantém o equilíbrio perfeito, sem qualquer prejuízo à sua saúde.

2. O processo é muito doloroso.

MITO. Se você já fez um exame de sangue comum, já sabe como é a sensação. O desconforto é mínimo e dura apenas alguns segundos, é uma picada rápida e segura. Quando colocamos na balança que esse pequeno gesto pode salvar até quatro vidas, o incômodo se torna insignificante.

3. Quem tem tatuagem ou piercing nunca mais pode doar.

MITO. A arte na pele não é um impedimento definitivo, mas sim temporário. Por questões de segurança biológica, existe um período de espera que pode ser de até 12 meses após a realização da tatuagem ou colocação do piercing. Passado esse prazo, você está mais do que convidado a voltar aos postos de coleta e ajudar quem precisa.

Por que doar agora?

Durante o inverno em nossa região, os estoques de sangue tendem a baixar drasticamente. Como uma cooperativa que completa 30 anos presente onde a vida acontece, entendemos que a saúde é uma construção coletiva.

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